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Mostrando postagens com o rótulo pandemia

Redefinindo prioridades

     Em sua oração sacerdotal, Jesus enfatiza que os salvos em seu nome não pertencem a este mundo, da mesma maneira que ele também não pertencia ( Jo 17.15,16 ). Essa declaração aponta para duas verdades essenciais: nossa vida aqui é passageira e (portanto) nossas prioridades não devem ser as coisas terrenas, mas as eternas.     Mas se ainda devemos viver esta realidade até a vinda de Cristo, c omo, então, podemos ter prioridades eternas aqui, no dia a dia deste mundo, em meio às nossas obrigações sociais e planos de vida, sem falar na Pandemia?     Esta questão já foi mais presente entre jovens em idade universitária, que buscavam encontrar na carreira as realizações de toda uma vida, além dos relacionamentos amorosos que carregavam os sonhos de formar uma família; hoje, no entanto, as pessoas buscam por realizações pessoais no amor, na carreira e nos estudos mais cedo e por muito mais tempo; nãos há uma idade para se parar de fazer planos, e isso é ...

5 atitudes do discípulo em meio à crise

     Vivemos uma crise mundial que envolve a todos nós - jovens e velhos, homens e mulheres, ricos e pobres -  mas cada um tem suas particularidades para lidar, na medida do possível, com o risco da doença e os problemas econômicos,  profissionais e  emocionais. Lutamos com as armas que temos: a fé, a família, o dinheiro, os cuidados básicos, as adaptações, a criatividade.     Também nós que conhecemos a Cristo e confiamos nele temos recursos particulares com os quais enfrentar os momentos difíceis, sejam eles relacionados ou não à Pandemia. Essas "armas" são atitudes ensinadas pelo próprio Senhor para nos edificar, e l isto hoje aqui cinco delas na esperança de fortalecer e consolar aqueles que buscam forças em Jesus. Oração      Esta deve ser necessariamente a primeira atitude do crente diante de qualquer situação.  A Bíblia declara que a oração do justo é poderosa e eficaz, útil nos momentos de doença, sofrimento e ansiedade...

Pandemia: o tempo roubado

     Estamos vivendo a realidade da Pandemia do Coronavírus no Brasil há um ano. Em 26 de fevereiro de 2020 foi confirmado o primeiro caso no país, e em 20 de março, o Ministério da Saúde reconhecia oficialmente a transmissão do vírus em todo o território nacional, a partir do que veríamos nossa vida mudar de forma brusca e atordoante.     Para muitos, o confinamento e as consequências socioeconômicas significaram a interrupção de planos, crise de carreira e empreendimentos, cancelamento de cursos universitários e, até mesmo, a suspensão do projeto familiar: em janeiro de 2021, o Brasil registrou a maior redução de natalidade de sua história.     Nessas condições, a lguns esperam que tudo se  normalize  para retomar de onde pararam; outros buscam novos caminhos para alcançar seus objetivos.  De forma geral, sentimos que  nosso tempo, vida e propósitos  nos foram  roubados,  e esse sentimento de frustração nos leva a u...

Pandemia: tempo de amar

Foto de  Daria Shevtsova  -  Pexels      Certamente, muitos de nós jamais imaginaram viver uma situação como esta, de medo e isolamento, sem previsão concreta de quando tudo voltará à normalidade. De fato, a "normalidade" pela qual esperamos não será mais a mesma de antes da pandemia. É natural que haja um sentimento de impotência diante desta situação, mas hoje te convido a ler o texto de Rm 12.9-21  e refletir sobre o quanto sua atitude pode sustentar outras pessoas neste cenário.      A orientação de Paulo à igreja de Roma se estende a nós: uma postura altruísta, diligente, alegre, paciente nos tempos difíceis e (o que sustenta tudo) bem alimentada do Espírito Santo, obediente a Deus e perseverante na oração. Esta postura deve ser mantida pelo cristão aonde quer que vá, e jamais esquecida mesmo neste momento onde você não deve ir a lugar algum.      Muitos encontram na tribulação motivo para reclamar, d...